domingo, 15 de setembro de 2013

What Hurts The Most

Nunca imaginei que realizaria um sonho tão grande... tão cedo. Esse ano foram dois.

A sensação que tive as duas vezes um dia antes de realizá-los era aterrorizante, por pouco eu não fugi. Nunca imaginei que conheceria um ídolo, que os abraçaria, toda noite que sonhei com isso em todos os sonhos eu dei um passo para trás de corri.

Eu não fiz isso, chega a ser até engraçado dizer que realizar um sonho é apavorante, porque por mais que seja algo que você esperou por tanto tempo, você nunca, nunca vai estar cem por cento preparado para a realidade. 

O encontro entre a imaginação e a realidade é indescritível. O tempo voa e você esquece do seu mudo ao seu redor, você esquece que existe oxigênio, esquece que nesse mesmo momento outras pessoas estão chorando, rindo, vivendo, porque naquele momento, você está em um sonho, em um momento que até minutos atrás não eram alcançáveis. Não eram reais. E quando você abre o olho e percebe que o mundo ainda gira em torno do sol, e tempo ainda avança, já acabou.

Fecho o olho e ainda consigo ver, meu pai, minhas duas amigas e minha irmã e minha mãe dando tchau, confesso que chorei um pouco porque não eram apenas aquela fita que nos separavam, eram um oceano, um ano.... as Saudades começavam jã ali. 

Depois que irei as costas eu parei de chorar, porque naquele momento tinha que ser mais forte. As pessoas costumam achar que sou forte e que nada me abala, mas na verdade tudo me abala, eu só não demonstro. Não gosto de mostrar que sou fraca, mas dessa vez tinha que começar a ser, ou pelo menos tentar. Essa foi a primeira vez que um sonho demorou mais de um minuto, ainda não sei dizer se minha cabeça, meu cérebro acredita que essa é minha vida, e que amanhã eu vou acordar e ainda estarei aqui.

 

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